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Os oito ‘superalimentos’ famosos em 2016

Os chamados ‘superalimentos’ estão ganhando muita popularidade, nos últimos tempos, sendo alguns por boas razões. Eles possuem essa nomenclatura por apoiarem diretamente o sistema imunológico, reduzindo inflamações, auxiliando a saúde mental, além de serem nutritivos, impulsionadores de energia, resistência e longevidade.

Agora, conheça oito desses superalimentos que estão em evidência, este ano.

1. Grilos

Apesar de parecer improvável, muitos países orientais consomem grilos há décadas. Eles são fontes incríveis de proteína e também, segundo o portal de notícias Mother Jones, ‘prosperam em climas mais quentes e sobrevivem à decomposição de resíduos, com pouca água e espaço’. Por esta razão, grilos e outros insetos têm sido considerados como o “próximo superalimento amigo do planeta”. Eles podem ser moídos para fabricação de farinha de panificação ou como proteína em pó, sendo adicionados a cookies, brownies ou milkshakes.

2. ‘Pulses’ (Mix de leguminosas secas)

‘Pulses’, como são conhecidas nos EUA, são as sementes secas de lentilha, feijão e grão de bico, unificadas em um mix. A ONU declarou que eles já compõem 75% da dieta média nos países em desenvolvimento, mas apenas 25% em países desenvolvidos. Porém, isso pode mudar. Este mix de sementes de leguminosas secas possuem entre 20 e 25 por cento de seu peso de proteína, aproximando-se aos níveis da carne, que tem uma média de 30 a 40 por cento. Eles também exigem muito menos água do que a carne, em sua produção.

3. Grão de Amaranto

Segundo Daniel Levine, especialista em tendências alimentares do The Huffington Post, o grão de Amaranto ‘é o novo quinoa’. Trata-se de uma semente que pode ser adicionada a sopas, saladas e alimentos cozidos. É considerado uma fonte completa de proteínas, assim como a quinoa, e possui fibra, vitaminas B e vários minerais importantes. Além disso, alguns estudos mostraram que ele pode reduzir a inflamação, os níveis de colesterol e a pressão arterial.

4. Kefir

Kefir é o mais badalado alimento fermentado do momento. Trata-se de uma fonte de nutrientes e probióticos extremamente benéfica para a digestão e para a saúde do intestino. Muitas pessoas consideram kefir uma versão mais saudável e mais poderosa dos iogurtes. Para torná-los ‘grãos’, leveduras e bactérias lácticas são adicionadas ao leite. A mistura fermenta durante um período de 24 horas e, em seguida, os grãos são removidos do líquido.

5. Teff

Eragrostis tef, conhecida como teff ou xaafii, é uma planta nativa das terras altas da Etiópia e da Eritreia, na África. Por vezes grafada como TEF ou t’ef, esta semente tem um perfil nutricional elevado e um sabor semelhante ao do amaranto ou da quinoa. Este antigo grão sobreviveu por séculos sem muita hibridação ou transformação. Assim como a maioria dos outros grãos antigos, é rico em fibras, cálcio e ferro.

Segundo a organização Whole Grains Council, ‘o Teff prospera em solos encharcados ou durante as secas, tornando-se confiável onde quer que ele seja cultivado. Não importa o tempo, as culturas provavelmente vão sobreviver, pois também são relativamente livres de doenças de plantas, em comparação com outras culturas de cereais. Teff pode crescer onde muitas outras culturas não irão prosperar, podendo ser produzido tanto a partir do nível do mar quanto a 3.000 metros de altitude, com rendimento máximo em cerca de 1.800 a 2.100 metros de altura. Esta versatilidade poderia explicar por que teff está agora sendo cultivado em áreas tão diversas’.

6. Moringa

Muitas vezes chamada de “árvore milagrosa” ou “árvore da vida”, ela é comumente encontrada em países asiáticos e africanos, com cada parte dela composta por vagens, folhas, sementes e raízes comestíveis. É uma boa fonte de vitamina B6, vitamina C e ferro. Além do benefício nutricional, tem crescimento rápido, sua planta é tolerante à seca, é um biocombustível promissor e uma fonte medicinal.

7. Kelp

A chamada ‘kelp’ é uma ordem de algas da classe Phaeophyceae, chamada laminariales. Ela cresce de forma rápida e não requer água doce, nem fertilizantes. “Ao invés de contribuir com a emissão de carbono, como muitos fertilizantes e fontes de alimentos fazem, a alga ajuda a limpar o excesso de nitrogênio e dióxido de carbono do oceano”, relatou o portal Mother Jones. Além disso, é uma fonte de alimento e combustível sustentável.

8. Alimentos que seriam descartados

Calma, não é tão estranho quanto parece. Com o intuito de reduzir o desperdício de alimentos, restaurantes estão encontrando maneiras criativas de usar as partes comestíveis de plantas e animais que, muitas vezes, são jogadas fora. No ano passado, o premiado chef de cozinha Dan Barber, realizou tal experimento durante duas semanas, no Blue Hill, seu restaurante em Nova York, nos EUA, preparando pratos com bagaços, grãos de cacau, pedaços de massa e celulose vegetal.

Fonte: Ecowatch

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